segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Diálogo Teórico

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCACÃO – SME/NATAL

CENTRO MUNICIPAL DE REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO ALUÍZIO ALVES – CEMURE

NUCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL – NTE/NATAL

TUTORA: KAREN CHRISTINA PINHEIRO DOS SANTOS


EIXO 1 – ELABORAÇÃO DE PROJETOS

Atividade-1.2 – Fórum: Diálogo teórico
Após essa viagem no tempo conhecendo alguns dos teóricos que marcaram uma trajetória de ideais educacionais vamos compartilhar as reflexões sobre tais pressupostos com os colegas da turma

O diálogo teórico sobre as concepções de educação vividas na história é uma oportunidade hipertextual do confronto de idéias, das retomadas conceituais e a construção de novas estratégias pedagógicas que venham a atender a novos agenciamentos cognitivos. Não se trata de apontar erros e intenções ideológicas experienciadas por esses teóricos, mas perceber, na linha do tempo, como se deu a construção do pensamento pedagógico e como ele influencia fortemente em nossa prática. Esse diálogo mostra ou nos faz refletir qual nossa concepção de ensino e de aprendizagem e seus efeitos na prática.

Nessa interação dialógica realizada no Fórum: Diálogo Teórico, as contribuições do grupo ajudaram a visualizar o entrecruzamento destes teóricos, por exemplo, em FROEBEL o aprendizado depende dos interesses de cada um e se faz por meio da prática. Para ter interesse é preciso sentir, gostar, amar. É nesse ponto que encontramos um link nas idéias de PESTALOZZI em considerar que os sentimentos têm o poder de despertar o processo de aprendizagem autônoma na criança. A aprendizagem por meio da prática encontra respaldo em DEWEY, ao propor a aprendizagem através da atividade pessoal do aluno e KILPATRICK ao afirmar que as atividades escolares deveriam partir do dia-a-dia do aluno. Ambos defendem a idéia de projeto como método de desenvolver as capacidades física,emocional e intelectual do aluno. FREINET, define educação como processo que abarca o ser integral a partir dos princípios norteadores que são: senso de responsabilidade, senso cooperativo, sociabilidade, julgamento pessoal, autonomia, expressão, criatividade, comunicação, reflexão individual e coletiva e afetividade.

Entende-se hoje que o interesse de cada um é carregado de história de vida, são conhecimentos prévios que já trazemos antes de entrar na escola e que precisa ser articulados com o conhecimento mais elaborado na prática escolar. Essa articulação é o processo trabalhoso, seu resultado favorável ou não depende da concepção curricular. DECROLY, propõe o princípio de globalização que se baseia na idéia de que as crianças apreendem o mundo com base em uma visão do todo, que posteriormente pode se organizar em partes, ou seja, que vai do caos à ordem. Em nosso cotidiano as coisas não são separadas, agimos e pensamos fazendo conexões, quando vamos para a escola fragmentamos nosso olhar. PAULO FREIRE, compreende a articulação entre o conhecimento prévio e conhecimento sistematizado, uma ação política construída pela realidade sócio-cultural dos alunos, “pressupondo que o ato de conhecer fundamenta-se na cultura do educando, como ponto de partida para que o aluno avance na leitura do mundo, compreendendo-se como sujeito histórico. Sendo assim, enfatiza o diálogo entre o conhecimento que o aluno traz, enquanto sujeito histórico, e a construção do saber, criticando a educação bancária, em que o professor depositava conhecimentos e o aluno os recebia passivamente”.

Toda navegação teórica intertextual comentada aqui pelos grupos possibilitou observar que na intercessão histórica das idéias pedagógicas entre esses pensadores, recai em um único ponto: construção do conhecimento a partir das experiências cognitiva e social do aluno mediado pelo professor. HERNANDEZ reflete essa discussão considerando o projeto enquanto mecanismo que contribui para o desenvolvimento do raciocínio do aluno e, por isso, precisa está inserido na proposta curricular da escola com atuação conjunta dos alunos e dos professores.

Refletindo a atividade 1 da Unidade Projeto

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCACÃO – SME/NATAL

CENTRO MUNICIPAL DE REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO ALUÍZIO ALVES – CEMURE

NUCLEO DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL – NTE/NATAL

TUTORA: KAREN CHRISTINA PINHEIRO DOS SANTOS

Atividade-1.1 – Meu projeto pessoal/profissional

CONSIDERAÇÕES FINAIS:

Professor, que projeto de vida temos para nossa realização profissão?

Ser professor não é nada fácil. Somos criticados, desvalorizados e até responsabilizados pelo fracasso escolar. Mas apesar de tudo nos sentimos gratificados ao perceber que nossos alunos estão aprendendo. Essa sensação de bem-estar supera qualquer obstáculo e incertezas. É utopia? Até pode ser, mas para quem busca o conhecimento como aperfeiçoamento de sua prática, tem obstinação pelo que faz, atua e produz. Ser professor não é uma maldição, mas uma grande lição humana e solidária, responsável pela sobrevivência de todos os seres vivos.

01. Aldeise

Embora não fizesse parte de seus planos iniciais , exercer a profissão docente e, levando em consideração os dissabores da profissão: “salários baixos, meninos indisciplinados, falta de recursos, políticas públicas ausentes e/ou ineficazes para a melhoria da carreira”,

A professora Aldeise encontra motivação quando percebe-se protagonista da relação ensino-aprendizagem, favorecendo a socialização do conhecimento com seus alunos. Para ela, ser professor é dá

“um sentido, um sabor delicioso de contribuição para um mundo melhor, uma vida mais justa e de maneira digna, pois é meio da educação que se forma uma sociedade”

A um ponto interessante na fala da professora Aldeise quando diz que ações pedagógicas devem ser criteriosamente planejadas, significando dizer que o ato de ensinar envolve investigação, projeto e estudo como em qualquer outra profissão. Temos que aperfeiçoar mais e mais nossas habilidades pedagógicas aprofundando nossas teorias, nossos conhecimentos e nossas articulações políticas na gestão desses conhecimentos.

02. Liédja

Para professora Liédja ser professora é seu projeto de vida desde sempre por acreditar que ser “professor é ter a certeza de construir caminhos para um futuro melhor e mais justo”

E como se constrói esse caminho? Segundo Liédja é “preciso buscar ferramentas que serão os suportes para a construção desses caminhos, por isso estou sempre me atualizando, nunca me conformei em concluir apenas a graduação, acredito que é preciso mais e a formação continuada é parte integrante de uma boa profissão, e a de professor, então, é fundamental”.

Seu relato Liédja reflete muito na concepção que tem do seu papel docente. Há uma necessidade de constante busca pelo conhecimento como proposta de resolução dos problemas educacionais.

03. Rosário

Seu texto é bem interessante. Inicia com o incentivo materno, dada a importância em obter curso superior e, dessa forma entender que o conhecimento é a “chave que abre todas as portas” E tudo leva a crer quem melhor conduz essa chave é o professor: “Saber operar uma máquina fará o diferencial no momento de conseguir um emprego para um desempregado. Saber ler, pode nos levar em segurança para casa ou trabalho apenas identificando o itinerário do ônibus.”

Diria que professor é sinônimo de pesquisador, porque está sempre criando, buscando e adaptando estratégias que possibilitem a aprendizagem.

04. Fátima

Em seu aspecto filosófico, Fátima entende que ser professor exige atualização, tal como rio que se renova a cada instante, tendo, agora, uma nova concepção de professor, aquele que interage com seu aluno na troca entre os conhecimentos sistematizados e prévios; já não se concebe mais detentor do saber.

05. Ivaldí

O projeto de vida profissional e pessoal abordado pelo professor Ivaldi é um caminho de renúncia que exige planejamento. Por isso é uma conquista, mas não deixa de ser árdua e solitária a profissão de ser professor. A experiência na prática pedagógica possibilita novas concepções e realizações. A meu ver percebe-se na reflexão do professor Ivadí que a desvalorização profissional atinge profundamente nossas realizações pessoais, desafiando a todo instante o nosso modo de viver e conviver.

06. Jair

Jair inicia seu relato com o conceito projeto de vida, entendendo que todo projeto de vida envolve “a busca da realização pessoal e profissional”. O que está por trás de toda essa busca é a motivação em alcançar seus objetivos e isso implica a necessidade constante de atualizar seus conhecimentos a partir da avaliação “durante o processo, no intuito de saber se os objetivos estão sendo alcançados e quais ações e estratégias devo lançar mão para obter melhor êxito.”

Se projeto de vida significa planejar e avaliar o tempo todo os objetivos a serem alcançados não difere muito do papel docente que tem como proposta pedagógica a construção do conhecimento e a formação do cidadão.

07. Juliana

Juliana percebe que projeto de vida é inerente a vontade humana, por isso, “tanto projeto pessoal e como profissional estão profundamente conectados e que não temos a capacidade de separar profissão de vida pessoal, devemos exercer a profissão que nos traga felicidade”

A felicidade tem a ver com o sentido que fazemos das coisas que estão em nosso entorno. A realização pessoal é a coerência entre nossos desejos e nossas ações. E quando damos sentidos ao que fazemos, tornamo-nos criativos, realizados e mais comprometidos com nossas atividades.

08. Ana Gomes

Ana tem como proposta de projeto a “inclusão digital para os alunos, que favoreça a criação de estratégias de organização dos conhecimentos escolares”. Percebe-se que a preocupação de Ana em seu projeto profissional é favorecer a articulação dos diferentes saberes na escola, algo que é ainda está distante na prática do professor pela concepção que se tem de currículo, conhecimento e aprendizagem .

09. Luisa

Achei bem interessante o uso da metáfora de Alice para explicar o que é projeto de vida:

O senhor poderia me dizer qual caminho tomar para sair daqui? Interroga Alice. _ Isso depende muito de para onde você quer ir. Respondeu o gato. _ Não me importo muito para onde... retrucou Alice. _ Então não importa que caminho escolha. Disse o gato.”

É isso mesmo se não sabemos ou não decidimos que caminho tomar não há porque traçar metas para atingir nossos objetivos.

Como bem diz Luisa: “Um projeto de vida consiste em manter ao longo da vida, objetivos e metas que possam nos dar sustentabilidade, isto é, traçar caminhos que possam manter em nós a alegria e o desejo de viver”

Então todo projeto de vida tem esse propósito de nos mantermos felizes, realizados, coerentes. Quanto mais temos a consciência do que queremos mais próximos estamos da meta a atingir. E projeto é o conhecimento colocado em questão. Nele vamos perceber qual a melhor forma de utilizar as ferramentas conforme nossas necessidades.

10. Deijedsan

Deija faz uma observação bastante pertinente quando diz que às pressões econômicas e sociais influenciam em nosso projeto de vida ao determinar o status de algumas profissões em detrimento da realização pessoal e profissional. É comum ouvi de algumas pessoas, pela impossibilidade de consegui a profissão ideal optar por ser professor, embora ganhe pouco, mas é uma profissão mais acessível. Essa desqualificação da profissão tem a ver com a falta desse projeto de vida pessoal e profissional. Também é comum ver funcionários com altos salários insatisfeitos por está fazendo algo que não gostam.

11. Hágla

Ao dizer uma sociedade comprometida com a construção de um sujeito completo e indissociável, penso esteja implícita a idéia do projeto de vida pessoal e profissional. O completo e o indissociável dizem respeito a relação entre o conhecimento-subjetividade, ou seja, nossa prática, nossa forma ser está ligada a realidade do conhecimento que temos da vida e das coisas.

12. Jaqueline

A citação de Mário Quitanda: “Que as respostas são muitas, mas as perguntas são únicas e insubstituíveis” em seu texto me fez refletir que em nossa prática pedagógica não nos foi ensinado a fazer perguntas, mesmo porque não havia necessidade de se fazer questionamentos, de ouvir as idéias e desejos dos alunos, apenas transmitir o que já está organizado, inquestionável, cabendo aos alunos somente aceitar como verdades o conhecimento que se é dado. Quando nos damos a chance de observar o mundo estando dentro dele começamos a fazer nossos próprios questionamentos e dá sentido a nosso percurso investigativo.

13. Joane

Observa-se no relato de Joane que não há como separar projeto de vida do projeto profissional. Isso é claro nos relatos de todos os cursistas. A intenção e o desejo de se fazer um bom trabalho está ligado a implicação subjetiva nas experiências com o conhecimento. Essa relação possibilita o trânsito do conhecimento das diversas áreas, promovendo a transformação da realidade e a produção de novos conhecimentos.

14. Alexandre

Alexandre ao definir projeto de vida faz analogia de uma viajem de barco cujo navegador é o que determina o destino de sua viagem, organiza seu barco minuciosamente, provendo-o dos itens necessários para tal empreitada e direciona seus esforços para atingir seu objetivo, visto que mesmo diante de situações difíceis, a persistência e vontade de vencer prevalecem. Assim é a nossa vida, temos os nossos sonhos e precisamos organizar nosso barco para chegarmos ao nosso destino. Esforço, persistência e vontade são mecanismos que nos impulsionam atingir a meta. Elaborar projeto não algo fácil, exige estudo e estratégias de trabalho para a realização de nossos desejos.

15. Lucélia

Lucélia ao mencionar Paulo Freire na sua célebre frase: o homem é um ser inacabado, expressa claramente a característica humana de a todo instante refazer-se a partir de sua história e do convívio de novas culturas. Essa busca por algo é que nos motiva a prosseguir, mesmo “por lutas, conquistas e algumas pedras que dificultam a nossa caminhada”

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

BANCO DE PROJETOS

Nessa atividade, o relato de experiência dos projetos observados contribui para ampliar cada vez mais nossa interação com os diversos repositórios disponíveis do conhecimento em articulação com as experiências do aluno e a proposta interdisciplinar do currículo.


Coloco aqui, não todos, mas alguns dos relatos mencionados por vocês sobre esses projetos que de alguma forma nos traz exemplos bem interessantes de projeto:


Professora Juliana:

CMEI Santa Cecília Projeto: A Arca de Noé de Vinícius de Moraes
Público participante: 14 crianças do nível II Professoras envolvidas:
2 Eixos contemplados: Identidade e Autonomia; Linguagem oral e escrita; Natureza e Sociedade; matemática; Música; Movimento e Artes Visuais.

O referido projeto se caracteriza como interdisciplinar porque contemplou os eixos propostos pelos Referencias Curriculares para a Educação Infantil.

A escolha do mesmo se deu pela relevância da temática que Vinícius de Moraes trata nesta obra. Temática essa que evidência entre outros, a ludicidade e os valores sociais através de poemas. Possibilitando aos educandos o gosto pela leitura, a reflexão e a criatividade. Foram realizadas diversas atividades, como: questionamentos na rodinha, dinâmicas, desenhos livres e direcionados, jogos matemáticos, dramatizações, pinturas, leituras imaginárias, socialização das atividades para o CMEI e outras.

O desenvolvimento deste projeto foi muito prazeroso para as professoras e alunos, pois através dos poemas cantados por grandes intérpretes da Música Popular Brasileira, as crianças aprenderam brincando. As tecnologias utilizadas foram: Cd, DVD, som, TV, máquina fotográfica, copiadora, computador.

Professora Lucélia:

O projeto que relatarei foi desenvolvido na Escola Municipal Zuleide Fernandes, localizado na Zona Norte de Natal, com duas turmas de terceiro ano, totalizando 72 alunos.
O projeto “Reconstruindo valores com Menino Maluquinho” surgiu a partir do projeto maior sugerido pela escola que tinha como tema “Escritores Infantis”, este envolveu todas as áreas do conhecimento, inclusive promovendo a interação família & escola. O propósito maior para o desenvolvimento desse projeto foi resgatar os valores esquecidos na sociedade atual a partir das referências familiares, fundamentais na construção de atitudes para o convívio social, abordadas na obra literária “Menino Maluquinho”, de Ziraldo. As atividades programadas permitiam ao aluno construir o seu conhecimento de forma autônoma, sistemática e concreta, envolvendo as disciplinas e os conteúdos para o nível de forma contextualizada. Uma das atividades mais emocionantes realizada foi o momento do encontro entre pais e filhos, estes se encontraram em uma manhã para confeccionarem uma pizza, o prato preferido da personagem, foram juntos a cozinha, preparam a pizza e comeram-na juntos. Fato que fez com que um pai com os olhos cheios de lágrimas, declarasse a professora como aquele momento estava sendo importante para ele, tendo em vista que poucas eram as vezes que realizava alguma atividade em companhia do filho pelo fato de nunca ter tempo em virtude do seu trabalho. Nesse momento foi percebido que o objetivo do projeto estava sendo aos poucos alcançado. A culminância se deu na feira do conhecimento em que todas as turmas apresentaram suas aprendizagens em relação ao autor estudado. Durante a exibição das produções foram utilizados recursos tecnológicos, como slides apresentando a trajetória de vida do autor, produzidos pelo alunos nas aulas de informática, além de fotos que foram sendo exibidas na TV das obras.


Professora Maria Luisa:

O uso da pedagogia de projeto possibilita a integração dos diferentes campos do conhecimento. Fato que pode ser claramente observado no projeto: “Na era do computador” aplicado na Escola Municipal Professora Maria Tereza da Silva no ensino fundamental, localizada no município de Uberlândia MG. Ao analisar detalhadamente o projeto pude perceber que a estrutura textual foi muito bem detalhada, contendo os elementos constitutivos de um projeto como: Problematização, escolha do tema gerador, justificativa, objetivos gerais e específicos, conteúdos, metodologia, recursos, revisão bibliográfica e avaliação. O projeto direcionou o uso do computador na escola, permitindo as crianças desenvolver o senso critico em relação à qualidade dos sítios e conteúdos acessados na rede. Nesse sentido os alunos aprenderam sobre as possibilidades tecnológicas e as novas linguagens usadas na rede mundial de computadores. Este projeto foi consultado no site: www.avisala.org.br





Professora Ana Lúcia:


1.Escola Mul. Profª Lourdes Godeiro Série: 4º Quantidade de alunos:214 Nº de Professores:
2 Áreas de conhecimentos abrangidas: Português, Matemática, Ciências.
3 .Título do projeto: Comidas típicas – uma questão cultural regional
4.Características do Projeto: interdisciplinar, disciplinas/conteúdos envolvidos
5.Descrição geral: O Projeto Comidas típicas – uma questão cultural, tem com objetivo ampliar os conhecimentos dos alunos em relação às comidas típicas regionais, tendo como foco as comidas típicas que são referência no cotidiano do aluno, como por exemplo, o cardápio em sua casa e a merenda escolar. Definidos esses pontos fizemos o levantamento de todos os tipos comidas que eles conhecem e gostam. Em seguida fizemos a classificação dos alimentos com base na cadeia alimentar. Realizada essa etapa, fizemos uma outra listagem com a intenção de classificar os alimentos que são referenciados como comidas típicas e porque assim são considerados. As disciplinas envolvidas foram: Língua Portuguesa: onde trabalhamos os gêneros textuais, listagem, receitas, substantivos, produção textuais... Matemática: sistemas de medidas (peso, altura), sistema monetário, as quatro operações básicas; Ciências: misturas das matérias, alimentação saudável, formas de conservação dos alimentos, a cadeia alimentar.
6.Tecnologias dependentes utilizadas: Máquina fotográfica, micro-system, DVDs, Cds, computador.
6.1 Tecnologias independentes: revistas, livros didáticos, régua, calculadora simples, cartolina, E.V.A, canetas hidrocor, esferográficos, entre outras. 7.Comentários: A culminância do projeto aconteceu de forma bem interessante para eles que foi a socialização com degustação das comidas típicas regionais, com a participação de algumas mães, que prepararam e vieram prestigiar a festa cultural. Para que as comidas não fossem repetidas, fizemos uma listagem de comidas típicas e solicitamos que elas marcassem com um (X) na comida que era possível e se deseja contribuir. Todas elas colaboraram.






Professor Alexander:

Escola Municipal Luís Carlos Guimarães.
Projeto: Ler e Escrever de Verdade – trabalhando a leitura e a escrita em sala de aula. Público participante: Alunos do 1 ao 5 ano do Ensino Fundamental
Duração: Anual, porém com pausas para momentos de culminância e avaliação do projeto, no decorrer do ano letivo de 2010.
Justificativa: A necessidade de atender aos objetivos do Ensino de Língua Portuguesa e a dificuldade para motivar o alunado a desenvolver hábitos de leitura e escrita com aplicação ao cotidiano são fatores que nos levaram a pensar na articulação de alternativas para um trabalho pedagógico mais atraente e mais eficiente para o aluno, conforme apregoam os parâmetros curriculares nacionais:
“Toda educação verdadeiramente comprometida com o exercício da cidadania precisa criar condições para o desenvolvimento da capacidade de uso eficaz da linguagem que satisfaça necessidades pessoais – que podem estar relacionadas às ações efetivas do cotidiano, à transmissão, ao exercício da reflexão. De modo geral, os textos são produzidos, lidos e ouvidos em razão de finalidades desse tipo. Sem negar a importância dos que respondem a exigências práticas da vida diária, são os textos que favorecem a reflexão crítica e imaginativa, o exercício de formas de pensamento mais elaboradas, os mais vitais para a plena participação numa sociedade letrada. Cabe, portanto, à escola viabilizar o acesso do aluno ao universo dos textos que circulam socialmente, ensinar a produzi-los e interpretá-los.” (PCN – Língua Portuguesa, p. 30)
Nesse sentido, não se concebe mais um ensino que utilize situações artificiais, especialmente criadas para trabalhar este ou aquele aspecto da Língua, posto que isto dificulta o estabelecimento de vínculos com a realidade em seus usos e funções.
Objetivo: Desenvolver práticas efetivas de leitura e escrita em sala de aula, atendendo as diretrizes curriculares do Ensino de Língua Portuguesa. Metodologia: Os trabalhos poderão se desenvolver a partir de oficinas, atividades permanentes, sequenciadas ou de sistematização, entre outras.
As situações de vivência de leitura e escrita privilegiarão: A identificação dos diferentes gêneros textuais; A diferenciação entre ficcional e não ficcional e análise dos suportes textuais; A leitura de textos ficcionais e não ficionais de modo a adquirir recursos de textualidade, expressão oral e análise de informações; A produção de textos de acordo com a situação de uso e com a finalidade estabelecida; A revisão de textos com autonomia.
Recursos: - Quadro, giz, livro didático; Livros diversos, revistas, jornais, panfletos de propagandas, etc.; Tv e vídeo; Som portátil; Data show; Computador e internet.
Avaliação: Ocorrerá a partir do registro das atividades realizadas, considerando-se as produções individuais, coletivas em classe, em aulas de campo e/ou apresentações de trabalho.



Professora Joane:

Escola Municipal Professor José do Patrocínio Turmas envolvidas no projeto: Eja Nível II, III e IV Público alvo: 300 alunos, aproximadamente Professores envolvidos no projeto: Todos que atuam na Educação de Jovens e Adultos/EJA Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Inglês, Ensino Religioso e Educação Física Título do Projeto: As contradições da copa

O referido projeto tem um caráter interdisciplinar, pois articulou os conhecimentos de todas as áreas curriculares. O mesmo nasceu em decorrência do momento atual que vivenciamos, no qual há uma efervescência de informações, noticiários e conversas em torno da copa do mundo. Em razão disso, os professores da E. M. prof. José do Patrocínio sentiram a necessidade de desmistificar e disponibilizar informações para que os nossos alunos pudessem ter oportunidade de se posicionarem de uma forma mais crítica em relação ao glamour que reveste a copa de mundo. Para isso, provocamos nossos alunos através de conversas, com o intuito de suscitar o desejo de trabalhar com esta temática. As atividades foram realizadas em grupo e tinham como ambientes a sala de aula, a biblioteca e o laboratório de informática. Nesta iniciativa, destaca-se a participação coletiva, na qual os alunos, professores e equipe técnica puderam interagir juntos no desenvolvimento deste projeto. Cabe destacar que cada professor procurou, durante a realização das atividades, interagir, relacionar e articular os conteúdos das diferentes disciplinas, de maneira que estes pudessem ser formalizados e estudados significativamente pelos alunos. Tecnologias utilizadas: internet, data show, microfone, caixa de som, televisão, DVD, pen drive, copiadora, computador, notebook, câmara digital e filmadora. Ressaltamos que a operacionalização deste projeto só foi possível porque houve planejamento, parcerias, envolvimento e apoio da equipe pedagógica. Cabe destacar, também, um aspecto interessante que ficou evidenciado, alguns alunos, principalmente os de idade mais avançada, demonstraram inicialmente certo medo e repulsa em relação ao uso do computador e da internet. Felizmente, ao longo do desenvolvimento do projeto, eles conseguiram transcender e passaram a interagir harmonicamente com estes recursos e, consequentemente, tiveram também a oportunidade de aprender fazendo.



Professora Liédja:

Escola Estadual Dom José Adelino Dantas Séries envolvidas: Todas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio Público Alvo: Mais ou menos 1.600 alunos Professores envolvidos no projeto: Todos da escola Áreas de conhecimento: Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História, Geografia, Artes, Inglês e Cultura do RN, Ensino Religioso, Filosofia, Sociologia, Espanhol, Química, Física, Biologia.
Título do Projeto: Direitos Humanos: Realidade ou utopia?
Projeto Interdisciplinar
O projeto em questão foi considerado interdisciplinar por estar de acordo com o que rege esse tipo de projeto, pois houve uma participação ativa de todos os alunos, professores, coordenação pedagógica, inclusive da direção. Entendemos a interdisciplinaridade nesse projeto porque o mesmo partiu de um tema central que foi estudado sob a ótica de diferentes disciplinas. Ao longo do ano, foram formados grupos de trabalho para aprofundamento de pesquisas e produção de material vinculado a diferentes subtemas relacionados. Cada turma participante escolheu livremente o subtema com o qual mais se identifica, o que favoreceu o processo de absorção de conhecimento.
Descrição geral
O projeto “Direitos Humanos: Realidade ou Utopia” realizou-se no ano de 2009, na Escola Estadual Dom José Adelino Dantas, e teve como principal objetivo oportunizar os alunos o conhecimento sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a qual estava, na época, completando 60 anos. A equipe pedagógica, os professores e a direção da escola tinham uma grande preocupação com a falta de conhecimento de nossos alunos a respeito da Declaração. Resolveram, então, disponibilizar esse conhecimento, por meio do projeto, que durou o ano inteiro, para que fosse possível os alunos atuarem na sociedade, de forma mais participativa e crítica, exercendo seus direitos de cidadãos. Havia, por arte de todos, o interesse em esclarecer para a comunidade escolar como um todo o que, de fato, tinham direito perante a sociedade em que estavam inseridos. O projeto teve como tema geral “Direitos Humanos: Realidade ou Utopia?”, o tema gerador, porém, cada professor, juntamente com sua turma, a qual era responsável, tinha como obrigação escolher um tema específico de sua área, que pudesse contemplar o tema gerador, ou seja, havia um tema geral e vários temas específicos, com os quais oportunizaram aos alunos um conhecimento vasto no assunto, pois cada turma, na culminância do projeto, tinha a tarefa de apresentar seu tema específico para toda a escola. A culminância aconteceu no mês de outubro, mês em que todos os anos a escola trabalha a Jornada Educativa – jornada de três dias de trabalho, que envolve toda a comunidade escolar. A Jornada Educativa é um evento realizado pela escola, todos os anos, em que os alunos e professores têm oportunidade de mostrar seus trabalhos para toda a comunidade escola. Ela acontece em três dias e apresenta a seguinte programação:
1o Dia: Acontece a abertura da Jornada, com apresentações de palco: peças teatrais, declamações de poemas, músicas, danças, entre outros; 2o Dia: Os alunos participam de palestras e oficinas realizadas por especialistas no assunto do projeto em questão. As palestras são apresentadas por pessoas convidadas, que atuam na temática e as oficinas são realizadas pelos professores da escola. 3o Dia: Exposição dos trabalhos realizados pelos alunos, uma espécie de Feira de Ciência;

Tecnologias utilizadas
Foram utilizados durante a execução do projeto os seguintes materiais tecnológicos:
Internet; Datashow; Microfones; Caixas de som; TVs; CDs; DVDs; Copiadoras; Pen-drive.

Comentários
O projeto “Direitos Humanos: Realidade ou Utopia?” foi um projeto riquíssimo em termos de aprendizagem uma vez que propiciou aos alunos conhecimentos acerca de uma temática não muito bem explorada na nossa sociedade. Temática esta de fundamental importância por se tratar de um assunto que diz respeito aos valores sociais, culturais, históricos e econômicos de uma sociedade. Acreditamos que com esse projeto os alunos passarão a agir de forma mais critica no mundo em que vive, pois, de posse de seus direitos estarão mais preparados para enfrentar as mazelas porque passa a nossa humanidade. Esperamos que, a partir desse trabalho, tenhamos conseguido todos nós, professores, alunos, educadores em geral, comunidade escolar, entre outros, mais disposição e garra para lutarmos por nossos direitos.


Professora Hágla:


ELATO DE UMA EXPERIÊNCIA CONHECIDA
Trabalhar com projetos educativos requer como bem colocou a professora Elizabeth B. de Almeida, em seu texto intitulado Ensinar e Aprender com o Computador: A Articulação Inter-trans-disciplinar, uma mudança na escola, na atuação e postura do professor. Conheci uma experiência de uma escola privada de Natal em que trabalhar com projeto está relacionado aumento do número de matrículas na instituição. O projeto se desenvolvia da seguinte forma: a coordenadora e proprietária pensavam em um tema e comunicavam as professoras. O tema do projeto que descreverei era sobre as PRINSCESAS. Com esse “conteúdo” deveriam ser trabalhados na sala de aula todos os contos de fadas. Esse projeto teve a duração de 10(dez) dias e, para culminância todos os dias as professoras teriam que entregar as crianças uma lembrancinha referente à história trabalhada. Vale salientar que, as lembranças tinham que ser fabricados com matérias caros como biscuit, argila etc., pois os pais tinham que gostar da lembrança e não as crianças. A sobre posição de tarefas deveriam deixar as professoras extremamente cansadas, pois além de terem que fazer os planos de aula no horário extra escolar tinham que fabricar as lembranças. O que será que de fato as crianças aprenderam? Essa resposta é fácil. Possivelmente pouco! A educação tem a necessidade urgente da coletividade, assim como os projetos educativos. Podemos verificar esse fato nos textos da professora Elizabeth quando afirma que os projetos são construções, participações, cooperações e articulação com as diversas áreas inclusive com as tecnologias (computadores, por exemplo). Entendo que na experiência citada faltou, a cima de tudo, o respeito à formação cidadã da criança, as suas necessidades mais imediatas como o saber significativo e social tão inerentes ao processo de aprendizagem que nos educadores tanto conhecemos. Restamos acreditar que a educação está passando por um processo de transição, em que o educando era visto como um simples armazenador de conteúdos vazios de significados, sendo compreendido como um protagonista de seu processo educativo. Lembremos que a educação jamais poderá ser dissociados da utopia.


Professora Rosário:

TÍTULO DO PROJETO: SEXUALIDADE E CIDADANIA
CARACTERÍSTICAS DO PROJETO. Projeto interdisciplinar elaborado e planejado com a participação dos professores de biologia, história, língua portuguesa e inglês. DESCRIÇÃO DO PROJETO No período da execução do projeto havia a proposta da feira cultural e o tema escolhido atendia a curiosidade dos alunos. Os conteúdos desenvolvidos, em cada disciplina, envolveu o tema diversificando a área do conhecimento. Em biologia os conteúdos referentes a anatomia e fisiologia do sistema reprodutivo englobou também questões relacionadas à saúde, costumes e cultura dos alunos. Para introdução dos conceitos realizamos oficinas e dinâmicas sobre os órgãos reprodutivos. Vários textos foram lidos e discutidos de maneira diversa: na forma de seminário, com dramatização ou dinâmica de grupo. Os alunos escolhiam o formato da apresentação dos temas aos colegas. Em inglês, os alunos prepararam um fórum de discussão sobre o turismo sexual e a exploração sexual de crianças e adolescentes por turista de outros países. Em história, analisou-se o comportamento sócio-cultural e comportamental ao longo das décadas de 1980, 1990 e 2000, a liberação sexual e o uso da pílula. Na disciplina de português foram analisados e discutidos os folhetos distribuídos pelos postos de saúde sobre as doenças sexualmente transmissíveis – DST e métodos contraceptivos. TECNOLOGIAS UTILIZADAS E METODOLOGIA pesquisa na internet (laboratório de informática); visita aos postos de saúde para coleta de material (folhetos e cartazes com a temática); entrevista com a Delegada da delegacia da mulher; coleta de dados junto aos postos de apoio ao turista; confecção de material visual (oficinas). COMENTÁRIOS No período de desenvolvimento das ações os alunos participaram intensamente na busca de material, coleta de dados, entrevista e sistematização e organização das apresentações. O curioso é que esse envolvimento foi espontâneo surgindo, inclusive, muitas ações que não havíamos sugerido nem orientado. A participação foi ótima, com grande envolvimento dos alunos. Alguns, mais indisciplinados, participaram intensamente das apresentações mudando seu comportamento e se aproximando mais dos professores. A feira cultural surpreendeu as pessoas que não acreditavam nos alunos do turno noturno, sempre discriminados na escola. E, nos professores recebemos uma lição de que é sempre possível construir o conhecimento com o envolvimento de todos.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

MAPAS CONCEITUAIS - APRESENTAÇÃO

No dia 25 de agosto houve encontro presencial de encerramento com apresentação dos Mapas Conceituais dos Projetos trabalhos pela turma. Vejam alguns deles:

1. Aldeise e Jair







2. Grupo CEMEI




3. Joane e Liédja






4. Alexander - pode ser visto neste link ou clicando aqui







4. Ana - pode ser visualizado no caixa abaixo o clicando aqui


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Eixo 3 - O que são mapas conceituais?

Nessa unidade retomamos o projeto em sua fase de execução ou já executado para uma análise. O encontro presencial do dia 4 de agosto apresentou a proposta de refletir a ação do Projeto Integrado de Tecnologia no Currículo, ou seja reflexão sobre a ação tem como análise os efeitos do projeto no comportamento do aluno.

O Projeto Integrado de Tecnologia no Currículo, coloca em xeque-mate o processo de aprendizagem na relação professor-escola-aluno. Todos os envolvidos refletem sobre sua ação.

Após analisar o projeto e comentar no fórum essa análise, a ATIVIDADE 3.3 sugere identificar alguns aspectos que podem ser reformulados.

Veja bem: O projeto que foi ESBOÇADO no Eixo1, colocado em AÇÃO no Eixo2 e SOCIALIZADO no Eixo3, deverá ser reformulado, a partir dessa nova versão, a atividade é de elaboração de um Mapa Conceitual do PITEC (Projeto Integrado de Tecnologia no Currículo)

E o que são Mapas Conceituais? São conceitos construídos historicamente em interação sujeito-sociedade. Eles mudam com o tempo, toma novos formatos ou se cristalizam conforme a concepção teórica que temos a respeito. O mapa é o percurso intelectual das trilhas que construímos com o conhecimento que usamos.

Para saber mais acesse o Módulo Conteúdo deste curso, leia sobre Mapas Conceituais e elabore um mapa conceitual do projeto reformulado.


Esse mapa pode ser elaborado em apresentação de slides (Impress ou Power Pointo), no Editor de Texto (Writer ou Word) ou utilizando o software CMap Tools, caso consiga instalar e utilizar.


ORIENTAÇÃO DA ATIVIDADE 3.3 - veja bem:

  1. Você, primeiro, analisa os aspectos que devem ser modificados, alterados e ajustados do PITEC.

Elabore um texto dessa reformulação e envie para a BIBLIOTECA - MATERIAL DO ALUNO - TEMA: ELABORAÇÃO DO PITEC. Salve o arquivo com o nome (atv33pitec+oseunome).

2. Após a reformulação do PITEC, elabore um Mapa Conceitual do PITEC e envie para a BIBLIOTECA - MATERIAL DO ALUNO - TEMA: MAPA_PITEC. Salve o arquivo com o nome (atv33mapa+oseunome).

2.1 Veja os exemplos de Mapas Conceituais e foque somente nos conceitos que foram reformulados por você nesse curso. Reveja o conceitos que foram modificados a partir de cada leitura, das experiências relatadas pelos colegas, pelos alunos e pelo curso.


Finalizado esse processo de reconstrução conceitual, realize a ATIVIDADE 3.4. Veja a orientação a seguir:


Atividade 3.4 Reflexão sobre a aprendizagem. Essa reflexão deverá ser feita no DIÁRIO DE BORDO

O que aprendemos sobre Mapas Conceituais?
O que aprendemos sobre o papel das tecnologias no desenvolvimento do PITEC?
E a integração das tecnologias ao currículo na perspectiva do trabalho por projeto?

A partir das leituras, debates, indagações, produções elaboradas, cada participante pode revisitar suas experiências e aprendizagens acerca da temática estudada ao longo do curso. Este é um momento pessoal de registro do seu processo de introspecção.


PRAZO DAS ATIVIDADES: 25 DE AGOSTO - APRESENTAÇÃO DOS MAPAS PELO GRUPO

sábado, 31 de julho de 2010

CRONOGRAMA DAS AÇÕES




CRONOGRAMA DE ESTUDO E DAS ATIVIDADES PARA AS SEMANAS (01 A 18 DE AGOSTO)

DATA

ATIVIDADES

PROCEDIMENTOS

04 DE AGOSTO

3.1 e 3.2

Apresentação presencial da análise do PITEC e comentários no Fórum

11 DE AGOSTO

3.3 e 3.4

Encaminhamento e reflexão a distância via blog

18 DE AGOSTO

ATIVIDADES PENDENTES

CONCLUSÃO FINAL DAS ATIVIDADES

Eixo 3 - Tecnologia

Na perspectiva da aspiral ascendente do conhecimento e da formação, este eixo tem como foco a análise do projeto e o papel das tecnologias utilizadas.

Os temas previstos para estudos são:



  • Projetos e tecnologias: abrindo as fronteiras do currículo.
  • Currículo na ação.
  • Cartografia cognitiva e mapas conceituais
E serão propostas as seguintes atividades para os cursistas:

  1. Atividade 3.1 - Socialização do PITEC
  2. Atividade 3.2 - Refletindo no coletivo
  3. Atividade 3.3 - Mapa conceitual do PITECAtividade 3.4 - Reflexão sobre a aprendizagem


No fórum: Currículo e suas características da atividade 2.3 do eixo Currículo, conduz a discussão baseada na seguinte pergunta:

Como se caracteriza o currículo que se desenvolve com o uso de computadores e Internet nas atividades de sala de aula?


Podemos responder essa pergunta a partir da apresentação dos projetos e dos relatos das experiências socializado pelos colegas deste curso.

A análise do Projeto na ação envolve a reflexão de nossas ações antes, durante e depois do processo de construção do projeto.


A partir dessa análise sugiro que façam suas leituras teóricas e práticas do conteúdo do Eixo 3 e reflita sobre a síntese dos conceitos abaixo apresentados para as atividades 3.1 e 3.2.






ORIENTAÇÃO DAS ATIVIDADES:

ATIVIDADE 3.1 - SOCIALIZAÇÃO DO PROJETO INTEGRADO DE TECNOLOGIA NO CURRÍCULO - PITEC

  • Considerando os aspectos envolvidos no processo de socialização do projeto desenvolvido no contexto da escola, nesse momento presencial do curso cada participante fará a apresentação do PITEC.
  • Essa apresentação deverá constar dos aspectos significativos que ocorreram durante o processo de realização do PITEC, considerando os conhecimentos mobilizados, as estratégias utilizadas, as atitudes e valores envolvidos e os resultados que essa experiência trouxe para o seu aprendizado.

COMO FAZER:
1. Organizar as apresentações, usando os recursos da tecnologia, prevendo o tempo de 10 minutos de apresentação para cada cursista;
2. Salvar a atividade com o nome do arquivo: ativ31seunome;
3. Postar o arquivo desta atividade na Biblioteca em Material do Aluno, tema “Socialização do PITEC”.
4. Participar da constituição do debate na turma para analisar as implicações que o PITEC pode oferecer para o processo de aprendizagem dos alunos e para o desenvolvimento do currículo integrado com as tecnologias.



ATIVIDADE 3.2 – REFLETINDO NO COLETIVO

Para dar continuidade ao processo reflexivo desenvolvido no coletivo da turma, vamos compartilhar o entendimento que cada um tem sobre o papel das tecnologias no desenvolvimento de um projeto integrado ao currículo.


COMO FAZER:

1. Considerar as apresentações dos PITEC e os aspectos discutidos na turma;
2. Compartilhar com os colegas sua reflexão e indagações sobre o tema proposto no Fórum “Papel das tecnologias integradas ao currículo”
3. Ler as contribuições dos colegas e argumentar com base nos estudos e nas leituras feitas durante o curso.